SOBRE O BLOG
Este blog reúne minha experiência profissional no campo interdisciplinar da chamada mídia-educação. Sou graduada em jornalismo pela Unesp de Bauru, mestre em educação pela Unesp de Marília, SP, doutora em educação pela Unesp de Araraquara, SP, e pós-doutora em Media Studies pela Open University, Inglaterra. Sou professora do curso de jornalismo da Universidade do Sagrado Coração em Bauru, SP, onde leciono design gráfico e comunicação comparada. Trabalho na chamada abordagem dos Estudos Culturais Britânicos, focando o uso das mídias digitais, principalmente entre jovens.
Acesse dois artigos meus:
Media Literacy: experiência inglesa e proposta brasileira (Revista da Intercom)

Alexandre Casaes disse
Olá Alexandra Bujokas,
É com enorme prazer que estou conhecendo o seu notável trabalho. De início, gostaria de te enviar um super parabéns pela dedicação no campo da mídia-educação. Estou adorando descobrir as maneiras inteligentes como você compartilha seus estudos, inquietações e experiências.
Meu nome é Alexandre Casaes, sou do Rio de Janeiro, graduado em jornalismo pela FACHA e recentemente conclui uma pós-graduação em Comunicação e Imagem pela PUC-Rio. Desde 2003, trabalho no Colégio Marista São José, escola que estudei do infatil ao ensino médio. Aqui temos um núcleo de mídia-educação com mais de 12 anos de experiência e muitos bons trabalhos, unindo mídias na educação de crianças e adolescentes.
Eu tive o privilégio de participar da primeira equipe do CPTV, em 1995, quando os Maristas toparam produzir programas de televisão para jovens e com a participação de alunos na produção. A sede dos programas era em São Paulo, no Colégio Marista Arquidiocesano e nós aqui no Rio fomos equipados. Esse projeto foi realizado por influência do professor Ismar Soares, da USP. Daí me descobri como editor e fui fazer jornalismo. Hoje, me descubro como comunicador educador. Enfim… é muita história que podemos trocar caso você ache oportuno.
Bem… Gostaria de saber como você foi tocada por esse assunto? Como conheceu o universo da mídia-educação e de que maneira acredita que ela deva ser incorporada pelos diversos ambientes educativos, especialmente pelas escolas particulares que possuem uma forte visão de competitividade?
Eu venho buscando um maior contato com experiências na interface entre comunicação e educação, especialmente sobre a apropriação das mídias pelas crianças e pelos adolescentes. Recentemente estive em dois eventos integradores, o I Colóquio de Pesquisas em Educação e Mídias, realizado na Uni-Rio no ano passado com a presença de pesquisadores e mídia-educadores de vários estados brasileiros e também estive no Seminário Internacional para a Transformação Social, realizado na ocasião da festa dos 10 anos do Canal Futura. Será que já nos esbarramos? Você esteve em alguns desses eventos, ou mesmo no Summit em 2004?
Gostaria de te enviar uns DVDs para que você possa conhecer um pouco mais sobre o trabalho que estamos fazendo aqui. Manda um endereço.
Continue com a empreitada do novo site. Seus blogs são extremamente convidativos. Certamente servem de referência para muitos mídia-educadores.
Grande abraço,
Alexandre Casaes
alexandre.casaes@terra.com.br
sjgeral.blogspot.com
http://www.cptv.com.br (reformulando)
Laís disse
Olá Alexandra,
– como referência em uma pesquisa.
Acabei de conhecer seu trabalho e peço licença para utilizá-lo – mesmo já tendo utilizado
Faço o curso de Pedagogia na Universidade Estadual de Maringá-PR e temos uma disciplina denominada Introdução à Educação e Comunicação que se refere ao estudo das diferentes formas de linguagens, mídias e textos no contexto educacional.
Gostei muito do seu blog, seus vídeos me trouxeram uma boa noção sobre as possibilidades de trabalho com diferentes mídias. As dificuldades que você aponta nos seus relatos também são bem esclarecedoras, pois vejo que é uma realidade que se repete aqui, aí e, possivelmente, no país todo. Mas acredito que com projetos como o seu, bem fundamentado intelectualmente e que se preocupam em mexer com a capacidade de reflexão dos alunos, e com muita persistência, coragem e competência os professores podem começar a modificar essa realidade.
Algumas dúvidas: qual a idade dos alunos que participam desse projeto? são todos de escolas públicas?
Obrigada e parabéns pelo seu trabalho.